MENTE, CORPO E
LINGUAGEM - 2 -
NO MUNDO ATUAL,
Corre-se Perigo,
Ao Norte, Sul,
Leste e Oeste,
Do Universo Ao Redor,
Individual,
Do Humano Viver.
Não porque,
O perigo
ronde a solta,
Tão
somente,
Mas, infelizmente porque,
Se deixa a Mente,
Livremente correr.
Há
certos adágios populares,
Que não
se pode
Ao pé da
letra tomar.
Pois
corre-se o risco,
De se
machucar.
E um
deles é:
"Se
você não pode,
Vencer o inimigo,
Viva bem com ele."
Acontece porém,
Que muitos
poucos,
Sabem
distinguir,
Um amigo de
um inimigo
Que tem.
Não obstante,
Temos Diversos Elementos,
Na Natureza,
Amigos:
- O Sol,
- O Vento,
- A Chuva,
- A Luz,
- A Força,
- O Contentamento,
- A Pressão,
- A Tensão,
- A Emoção,
- O Conhecimento.
No entanto,
Qualquer um destes,
Além do limite,
Suportável da Mente
Traz ao ser humano,
No
relacionar-se,
E no se
relacionar
Com os
outros também,
Qualquer grave,
Comprometimento.
O QUE PROVA.
TUDO É BOM, E FAZ MAL
ATÉ EM PENSAMENTO.
Por estas,
E Por Muitas
Outras,
Imensas
Razões,
Não se pode
desleixar,
No trato e no
cuidado,
COM A MENTE.
Esta Entidade,
Parece
Complexa.
No entanto,
não é tanto,
No limite da sua,
Possibilidade E
Disponibilidade.
Desde que,
Qualquer
acomodação,
Não se torne, um vicio,
Pois, A
Mente Racional,
Para
melhor,
Ou, para
pior se expande,
Segundo a,
Vontade do
seu dono,
Que a mesma
não compreende.
E quando se expande para pior,
É um Lamentável Desperdício,
QUE DÁ DÓ.
A Arte de Aprender
Sobre Si Mesmo,
Para Saber Os Seus Limites,
Infelizmente,
Chega, Quando chega,
Com muito
poucas raras exceções,
NA ADULTEZ.
A Sociabilidade,
Com suas,
Infinitas Sociatividades,
Sem o foco,
De Uma Mente Coletiva,
Inteligentemente Criativa,
E Sustentável,
Leva o Ser Humano,
A Errar Além Da conta,
Para
catalogar,
Junto a sua
Ciência,
Ou, Crença,
Suas
Falhas
Como
Experiência,
Por
Conta.
Bobagens Supervalorizadas,
Deixam o Ser Humano,
Aficcionado em Futilidades,
Isto o
afasta
Do Seu Centro
De Responsabilidades.
Este 'Status'
enfraquecido,
Expande
a Irracionalidade,
E A MENTE,
QUE INFLUENCIA O CORPO,
O TORNA OBJETO.
DE EXCESSIVA VAIDADE.
Evilasio de Sousa,
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